O processo de votação no estado de São Paulo registrou a necessidade de troca de 251 urnas eletrônicas ao longo do pleito. Segundo dados oficiais do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), o número representa uma parcela ínfima do parque tecnológico total utilizado, correspondendo a aproximadamente 0,22% dos equipamentos em operação.
Logística e manutenção das urnas eletrônicas
A estrutura montada pelo órgão eleitoral para garantir a normalidade do pleito contou com um total de 114.605 urnas eletrônicas distribuídas por todo o território paulista. Para assegurar a continuidade do processo democrático, o tribunal manteve urnas de contingência em locais estratégicos, prontas para serem acionadas em casos de falhas técnicas.
Dentre as ocorrências registradas, 63 substituições foram realizadas na capital paulista. O procedimento de troca é uma medida padrão prevista pela justiça eleitoral e não compromete a integridade dos votos já computados, garantindo que o eleitor possa exercer seu direito ao voto sem prejuízos.
Declarações sobre o andamento do pleito
Em entrevista coletiva realizada durante o dia de votação, o presidente do TRE-SP, José Antonio Encinas Manfré, reforçou a tranquilidade do processo. O magistrado destacou que eventuais substituições de equipamentos fazem parte da rotina operacional das eleições e que, após a troca, a votação segue o fluxo normal sem interrupções significativas.
O boletim informativo divulgado pelo tribunal às 15h confirmou que não houve registro de votação por meio de cédulas de papel. A estabilidade do sistema eletrônico, conforme apontado pelo TRE-SP, mantém o índice de falhas dentro da margem de segurança prevista para o evento.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br



