A seleção brasileira de parataekwondo encerrou sua participação na etapa do Grand Prix em Paris, na França, com um desempenho expressivo. O país garantiu a liderança do quadro de medalhas ao conquistar um total de seis pódios, sendo dois de ouro, três de prata e um de bronze, reafirmando a força da modalidade no cenário internacional.
Consolidação técnica e domínio no tatame
Um dos momentos de maior destaque na competição foi a reedição da final paralímpica na categoria até 65 kg feminina. A mineira Ana Carolina Moura, que já havia conquistado o ouro nos Jogos de Paris 2024, enfrentou novamente a atleta local Djelika Diallo. Em uma exibição de técnica e controle, a brasileira superou a anfitriã por 2 rounds a 0, assegurando o lugar mais alto do pódio.
O Brasil também demonstrou superioridade na categoria até 57 kg, protagonizando uma decisão 100% nacional. A paraibana Silvana Cardoso conquistou a medalha de ouro após vencer a gaúcha Maria Eduarda Stumpf, que ficou com a prata, em uma disputa equilibrada que terminou em 2 rounds a 0.
Desempenho masculino e resultados expressivos
No quadro masculino, o país também marcou presença constante nas finais. O carioca Valter Sedano, competindo na categoria até 70 kg, conquistou a medalha de prata após um confronto decidido em 2 rounds a 0 contra o mexicano Juan Diego García López. Outro pódio de prata veio com o paraibano Valter Sedano, que foi superado pelo cazaque Nurlan Dombayev, também por 2 rounds a 0.
O paranaense Gustavo Antony Ruppel completou a lista de medalhistas brasileiros ao garantir o bronze na categoria até 58 kg. O atleta chegou a liderar a semifinal contra o israelense Asaf Yasur, mas sofreu uma virada por 2 rounds a 1. Posteriormente, Asaf Yasur sagrou-se campeão da categoria, validando o nível técnico do confronto enfrentado pelo brasileiro.
Impacto no ranking mundial
A participação brasileira em Paris marca um dos melhores resultados do país desde a criação do Grand Prix de parataekwondo. A competição é fundamental para o ciclo esportivo, pois distribui até 60 pontos no ranking mundial, sendo essencial para a classificação e o posicionamento dos atletas nas próximas etapas do circuito internacional.
Para mais informações sobre o desempenho dos atletas brasileiros, acesse o portal da Agência Brasil.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br



